30 outubro 2016

7 alimentos que previnem câncer de mama

Em teoria, todo mundo deveria seguir uma dieta balanceada com muitas frutas, verduras, legumes e grãos formando um prato bastante colorido. Na prática, entretanto, as coisas funcionam de forma bem diferente e a maioria das pessoas só percebe a importância dos bons hábitos alimentares quando aparece alguma doença. Entre elas, o câncer de mama. Segundo a nutricionista Débora La Regina, do Centro Paulista de Oncologia (CPO), mudanças na alimentação acontecem logo após a primeira consulta. "Isso acontece não porque as condições de saúde exigem tratamento especial, mas porque, na maioria das vezes, faltam nutrientes essenciais que ajudariam na prevenção desse tipo de câncer", afirma. Se você acha que anda com as refeições meio sem graça, veja as dicas das especialistas para colocar mais cor no seu prato e reforçar a saúde.


Frutas Vermelhas
"Frutas vermelhas, como framboesa e amora, contêm fitonutrientes anticancerígenos chamados antocianinas que retardam o crescimento de células pré-malígnas e evitam a formação de novos vasos sanguíneos, que podem alimentar um tumor", explica a nutricionista Daniela Cyrulin, da Nutri & Consult. Esses alimentos também são ótimas fontes de vitamina C, flavonóides e fibras, essências ao funcionamento do organismo.

Cenoura
Uma pesquisa feita pela Harvard School of Public Health, nos Estados Unidos, revelou que a cenoura é um alimento eficaz na prevenção contra o câncer de mama. A descoberta surgiu após o acompanhamento de 12 mil mulheres, 5.700 com câncer de mama e 6.300 saudáveis, que serviram como grupo de controle. Após terem sua dieta controlada, constatou-se que consumir duas porções do vegetal todos os dias reduz o risco de desenvolver a doença em até 17%. Segundo a nutricionista Débora, isso acontece graças ao beta caroteno, que protege o DNA contra a oxidação, evitando a formação de radicais livres. De acordo com o estudo, entretanto, tal porcentagem só pode ser atribuída a mulheres na pré-menopausa.

Uva
De acordo com Débora La Regina, estudos já mostraram que flavonóides, presentes na uva, podem retardar o crescimento de células malignas no organismo. A especialista alerta, entretanto, para que os adoradores de vinho tinto não abusem da bebida com a alegação de que ele faz bem para a saúde. O excesso de álcool prejudica todo o metabolismo e pode ser vir de gatilho a outras doenças, além de fragilizar a imunidade.

Romã
Um estudo publicado na revista Cancer Prevention Research, da Associação Americana para Pesquisa sobre Câncer, mostrou que romãs podem ajudar na prevenção contra o câncer de mama. Eles analisaram a interação dos compostos do fruto com a enzima aromatase, responsável pela produção de estrogênio e fundamental para o surgimento de células cancerígenas. Concluíram, então, que o fruto inibe sua ação.

Brócolis
"Por meio do estímulo das enzimas do corpo, o sulforano, presente nos brócolis, elimina substâncias que podem originar células cancerígenas no corpo", aponta Daniela. Outros vegetais que também produzem esse efeito são a couve-flor e o repolho. Recomenda-se o consumo de meia xícara de chá do alimento por dia.

Especiarias
Pesquisadores do Comprehensive Cancer Center, da Universidade de Michigam, nos Estados Unidos, afirmam que especiarias, como pimenta preta e curry, podem atuar na diminuição do aparecimento de células cancerígenas sem danificar as células saudáveis da mama. De acordo com Daniela Cyrulin, o efeito se dá pelos polifenois, antioxidantes que possuem ação anti-inflamatória.

Soja
Soja e derivados, como leite de soja e tofu, contêm nutrientes em sua composição chamados fitoestrogênio. Ele é similar ao hormônio estrogênio natural, produzido pelo corpo feminino a partir da adolescência e, por isso, ocorre uma competição entre ambos dentro do nosso organismo. "Essa disputa interfere em enzimas importantes para o desenvolvimento de células cancerígenas", afirma a nutricionista Débora.

Fonte: portal Minha Vida - tnh1

12 julho 2016

Diabetes: nove cuidados essenciais com a alimentação

Os mitos que cercam a alimentação dos diabéticos não são poucos. Dizem que o diabético não pode comer carboidratos ou nenhum tipo de açúcar e deixar de lado até mesmo a carne vermelha. Então iremos derrubar alguns mitos que envolvem a alimentação dos diabéticos.

A dieta ideal para o diabético pode variar para cada diabético, lembrando que existem dois tipos e diabetes. Um plano alimentar completo só pode ser oferecido se a pessoa fizer uma visita a um profissional qualificado, que observará os níveis glicêmicos e de colesterol, o peso, a atividade física do paciente e suas preferências alimentares. Entretanto, algumas recomendações são iguais para todos, como fazer três refeições por dia intercaladas com pequenos lanches e preferir por alguns alimentos em detrimento de outros. Confira quais são esses cuidados:


Arroz, pães e massas integrais

A endocrinologista e nutrólga Ellen Paiva, do CITEN, explica que os carboidratos complexos presentes nesses alimentos são digeridos mais lentamente pelo organismo, liberando a glicose em pequenas doses. Isso é benéfico para o diabético, que não terá picos de índice glicêmico quando comer esse nutriente.

Porém, lembre-se de preferir sempre aos integrais, pois eles são ricos em fibras, que melhoram a ação da insulina.

Carboidratos simples e açúcar

Doces, pães e massas não precisam ser abolidos completamente da dieta do diabético. Entretanto, é preciso estar atento à quantidade.

"Os doces podem ser consumidos esporadicamente, atendendo a princípios rigorosos de quantidade e frequência e acompanhados de compensação de carboidratos", afirma Ellen. No geral, uma dieta para diabéticos deve ser constituída 50% de carboidratos.

Por isso, quando o portador de diabetes resolve comer um doce, deve reduzir o consumo de outras formas de carboidrato para manter a equivalência ou, no caso do dependente de insulina, aumentar a sua dose de insulina para aquela refeição.

Atenção às frutas

"As frutas, muitas vezes, são uma armadilha para a dieta dos diabéticos", conta Ellen. É muito comum a pessoa achar que pode consumir frutas à vontade, pois são alimentos muito saudáveis. Mas, na verdade, não podem.

Todas as frutas têm carboidratos simples, como a glicose. Só que, por conta das fibras e outros diversos nutrientes presentes nelas, podem ser consumidas em quantidades maiores que as de outros carboidratos simples.

A recomendação para os diabéticos é ingerir no máximo três a quatro porções de fruta por dia, e sempre optando pelas menos calóricas. "As frutas podem dificultar a perda de peso nos obesos e a titulação da insulina nos pacientes insulino dependentes".

Sucos

Embora muito saudáveis, os sucos geralmente consomem as três porções de frutas que o diabético tem direito durante todo o dia. "Um exemplo disso é suco de laranja. Um copo equivale em calorias ao consumo de um bombom e tem quantidade de glicose capaz de elevar em muito a glicemia do paciente", alerta a nutróloga.

A recomendação, portanto, é que as frutas sejam consumidas como tal, em lanches e sobremesas. Durante refeições, o ideal é evitar o consumo de líquidos ou optar pela água.

Leite desnatado

Para reduzir o consumo de gordura, a recomendação é trocar leite integral por desnatado e preferir derivados mais magros. Não caia no mito de que a versão desnatada do leite tem menos quantidade de cálcio e proteínas que a integral. Na verdade, você ingere apenas menos gordura e não perde os benefícios.

Cortes magros de carne vermelha

A maior riqueza das carnes vermelhas são os micronutrientes, como o ferro e a vitamina B12, já que as proteínas podem ser facilmente encontradas em carnes brancas e proteínas vegetais. Por conta disso, a carne vermelha não só pode como deve ser consumida, mas evite as opções que possuem uma quantidade muito grande de gorduras saturadas, como filé mignon, picanha e contra-filé. "Os melhores cortes de carne são o lagarto, o patinho e a alcatra", conta Ellen.

Peixes

Eles são os mais indicados entre as carnes brancas. Os melhores são aqueles ricos em gorduras boas, como trutas, salmão e sardinha. "Esses peixes, apesar de saudáveis, são muito calóricos e, por isso, as porções devem ser controladas e nunca preparadas fritas ou empanadas", lembra a nutróloga.

Legumes e verduras à vontade

Ricos em fibras, vitaminas e minerais antioxidantes, os legumes e verduras são importantes à nutrição e à saúde de todas as pessoas, mais ainda dos diabéticos, cuja dieta deve ser rica e variada nesses alimentos. "A regra é colorir o prato e variar de acordo com legumes e verduras da estação", aconselha Ellen.

Não exagere nas porções

O diabético pode estar fazendo uma dieta correta e rica em alimentos saudáveis, mas, se exagerar nas porções, estará caminhando na direção oposta. "O excesso de calorias é nocivo ao diabético, mesmo que ele esteja comendo os alimentos mais indicados", alerta Ellen.

13 maio 2016

O Útero Artificial Já Existe e isso Promete Mudar o Futuro

O útero artificial já existe, investigadores japoneses desenvolveram uma técnica a que chamaram EUFI – Extrauterine Fetal Incubation (incubação fetal extra-uterina). O que será que esta técnica vai revolucionar no futuro? A Humanidade?


“Um a um os ovos foram transferidos dos tubos de ensaio para as vasilhas maiores; habilmente a linha peritoneal foi cortada (…) e a garrafa já passou a abertura para a Sala de Predestinação Social.” Aldous Huxley in “Admirável Mundo Novo”

No departamento de Tóquio, fetos de cabra percorridos por cateteres pelo cordão umbilical fornecendo sangue oxigenado e nutrientes são mergulhados em grandes incubadoras com líquido amniótico artificial aquecido à temperatura corporal de uma falsa mãe.

Yoshinori Kuwabara, diretor do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Universidade Juntendo, em Tóquio, tem trabalhado em placentas artificiais por mais de uma década. O seu interesse cresceu ao lidar com crianças prematuras afirmando: “será sempre melhor que fetos imaturos possam crescer dentro de um ambiente simulado do organismo maternal.”
Kuwabara e os seus associados têm mantido os fetos de cabra nestes ambientes simulados por cerca de 3 semanas, mas os médicos depararam-se com falhas do sistema circulatório provocado por dificuldades técnicas. Pressionado para especular sobre o futuro Kuwabara cautelosamente prevê que “será possível estender o período de tempo” e eventualmente “será aplicado a humanos.”

Contemplar as imagens destes fetos de cabra lembra assustadoramente a Incubadora Central da imaginação de Aldous Huxley. De fato, nas décadas mais recentes, a medicina tem-se centrado grandemente nas fases iniciais e finais da gravidez e o tempo essencial intra-uterino tem reduzido gradualmente.

O futuro do Homem, no que toca à reprodução, passa seguramente pela evolução de várias tecnologias, nomeadamente a nanotecnologia, a genética, a cirurgia fetal e a fertilização in-vitro ou assistida.

Entre o Útero e o Ar
A neonatologia moderna possui uma história muito curta e recente, mas com avanços excepcionais onde assistimos à ressuscitação de prematuros 16 a 17 semanas antes do tempo de gestação terminada. Devido a uma taxa de sobrevivência de apenas 10% os neonatologistas estão hesitantes em puxar a barreira mais além, mas a investigação caminha cada vez mais nessa direção.

“O líquido preserva a estrutura pulmonar e a sua função,” afirma Thomas Shaffer, professor de fisiologia e pediatria na Escola de Medicina da Universidade Temple. Trabalhou durante mais de 30 anos na ventilação de fluídos, estudo que iniciou para auxiliar mergulhadores de grandes profundidades. A sua tecnologia de prevenção de descompressão e ventilação líquida apareceu retratada no filme “O Abismo” e agora começa a ser utilizada na área de controle de prematuros, já que durante a gestação os pulmões estão preenchidos por um líquido ventilado natural. Pensou então que talvez se ventilasse bebés prematuros com líquido que contenha bastante oxigênio conseguisse oferecer um ambiente mais gentil e seguro para os pulmões imaturos até que estivessem prontos a respirar ar. O Barotrauma, o dano pulmonar quando os pulmões são forçados a receber ar por ventilador, seria drasticamente reduzido.

“O objetivo não é forçar as barreiras de tempo de gestação,” afirma Shaffer. “Quero, isso sim, eliminar o dano [por respiração forçada]. E acredito que em breve esta tecnologia pode ser estandardizada.”

O feto como paciente
A noção de que se pode fazer uma cirurgia num feto teve como pioneiro Michael Harrison da Universidade da California. Guiado por tecnologias ultra-som avançadas relatou, em 1981, que através de uma intervenção cirúrgica era possível descongestionar o trato urinário de um feto.

“Fiquei frustrado ao tratar bebés prematuros”, afirmou Scott Adzick, cirurgião chefe do Hospital Pediátrico de Filadélfia. “Como em tudo na medicina ficamos com a sensação que se tivéssemos chegado mais cedo teríamos prevenido o dano. Tem toda a lógica tentar tratar algumas malformações fatais antes do nascimento.”

Mas qual é o objetivo?
Há 18 anos, a fertilização in-vitro era notícia de jornais sensacionalistas: bebés proveta! Hoje em dia é uma terapia corriqueira e comum, os jornais ostentam publicidades a doação de óvulos, fertilização in-vitro e injeções intracitoplasmáticas de esperma como alternativas para o consumidor.
A vontade imensa de engravidar e gerar prole conduz muitas mulheres ou casais a requisitar doadores e passarem por uma maternidade biológica sem ligação genética com o feto… Obviamente muitas escolheriam o muito mais cómodo e seguro útero artificial que estamos a desenvolver. Pode-se inclusive atingir o ponto em que por questões de saúde ou higiene esta tecnologia seja escolhida em detrimento da gravidez natural, num progresso sem precedentes.

Mary Mahowald, professora no Centro de Ética Médica MacLean da Universidade de Chicago, fez correr uma sondagem a mulheres em geral sobre se preferiam estar ligadas a uma criança biologicamente ou geneticamente se não pudessem escolher ambas por alguma razão e uma pequena maioria preferiu passar pelo processo de gravidez, gestação e parto do que possuir ligação genética.

“A gravidez é importante para as mulheres,” afirmou. “Algumas podem preferir não passar por isso, mas acho que o interesse nesta tecnologia será muito limitado.”

Por outro lado, Susan Cooper, psicóloga especializada em situações de infertilidade não concorda com Mahowald já que considera que o desejo de gravidez é mais cultural do que biológico.

Que mudanças estamos nós a trazer para o percurso humano se alterarmos funções tão primárias e fundamentais como a reprodução? Estaremos a tomar em nós o poder divino da seleção natural? Devemos nós alterar a nossa trajetória genética e caminho da evolução da humanidade? E que consequências trarão estes passos?!

Fonte: New York Times

25 fevereiro 2016

Como tratar a febre Chikungunya e diminuir a dor nas articulações

Para diminuir a dor nas articulações causada pela febre de Chikungunya deve-se seguir o tratamento indicado pelo médico que pode incluir o uso de Paracetamol, compressas quentes e beber muitos líquidos como água, chá e água de côco, até que o organismo seja capaz de combater o vírus.

Geralmente, o tratamento para febre Chikungunya dura entre 7 a 30 dias, mas a dor nas articulações podem permanecer por mais de 1 ano, sendo necessário fazer fisioterapia.


Tratamento caseiro para febre de Chikungunya

Alguns cuidados para tratar os sintomas específicos da febre de Chikungunya são:

  • Febre alta: colocar uma compressa fria na testa, evitar o excesso de roupa, beber chá de pulmonária ou tomar remédios antipiréticos, como o Paracetamol, de acordo com as indicações do médico;
  • Dor nas articulações: aplicar compressas quentes, com óleo essencial de camomila, sobre a articulação dolorida, beber infusão de salgueiro 3 vezes por dia ou tomar remédios analgésicos, como Acetaminofeno, receitados pelo clínico geral;
  • Náuseas e vômitos: beber chá de gengibre durante o dia, chupar um picolé de limão ou tomar remédios antieméticos, como a Metoclopramida ou Ondansetrona, prescritos pelo médico;
  • Diarreia: beber água de arroz, comer alimentos cozidos de fácil digestão, como fruta, arroz ou frango ou ingerir remédios antidiarreicos, com Loperamida ou Racecadotril, indicados pelo clínico geral.

Uma boa dica, além dos cuidados citados, é fazer uma alimentação rica em vitamina C, aumentando o consumo de frutas como laranja, kiwi ou morango, para fortalecer o sistema imune e acelerar a recuperação.

O mosquito que provoca a febre de Chikungunya é o mesmo responsável pela dengue e, por isso, saber como identificar o mosquito pode ajudar o médico a fazer o diagnóstico da doença. Saiba como identificar o mosquito da dengue.

Sinais de melhora da febre de Chikungunya

Os sinais de melhora da febre de Chikungunya surgem quando o organismo é capaz de eliminar o vírus e incluem a diminuição da febre, da diarreia e dos vômitos.

Em alguns casos, o cansaço e a dor articular podem se manter após a cura da febre da Chikungunya e, por isso, o clínico geral pode recomendar sessões de fisioterapia para ajudar a diminuir o desconforto.

Sinais de piora da febre de Chikungunya

Quando o tratamento não é feito de forma adequada, ou o sistema imune se encontra enfraquecido podem surgir sinais de piora como febre acima de 38º por mais de 3 dias e piora da dor nas articulações, levando à artrite, que pode persistir por meses.


Em casos muito raros a Chikungunya pode ser fatal. Nesse caso a doença pode causar miosite, uma inflamação dos músculos, que pode até mesmo levar à morte porque o sistema imune começa a atacar os músculos do corpo. Os sintomas podem começar a se manifestar cerca de 3 semanas depois do diagnóstico da chikungunya.

Fonte: Tua Saúde

16 fevereiro 2016

Pesquisa mostra que 3h de exercícios semanais ajudam a prevenir Alzheimer

Uma pesquisa da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Rio Claro mostra que três horas de exercícios físicos semanais são capazes de retardar e até prevenir o Alzheimer, inclusive nos casos em que há predisposição genética.


O estudo levou em consideração fatores genéticos que podem aumentar o risco do processo neurodegenerativo e a existência de substâncias associadas à formação de placas amilóides, depósitos que causam inflamações e prejudicam os neurônios, aumentando em até quatro vezes o risco de Alzheimer.

“Vários estudos já apontaram que os idosos apresentam essa inflamação e essa inflamação é sistêmica, então ela está presente no meu corpo inteiro, e, uma vez presente, ela está sinalizando que tem a ação do sistema imunológico, que ele pode estar causando a morte de algumas células”, explicou a pesquisadora Carla Nascimento.

Essas inflamações trazem prejuízos com o tempo e afetam a saúde do cérebro, mas isso pode mudar com uma rotina de exercícios como a proposta na pesquisa, em que a atividade é contínua e tem nível moderado. Resumindo, é como se a atividade física funcionasse como um anti-inflamatório natural, ajudando a frear o processo de degeneração.

“A gente verificou que existe uma redução desses marcadores de inflamação para esses idosos com uma melhora nesses componentes de funções cognitivas, que são memória, atenção, concentração, planejamento, sequenciamento para executar as atividades da vida diária”, disse Carla.

“O envelhecimento tem que ser pensado muito cedo na nossa vida, então se a gente já começar a se preparar para envelhecer bem e, tendo de rotina esses exercícios, a gente vai envelhecer muito melhor”, aconselhou a professora Márcia Cominetti.

Fonte: Portal da Enfermagem

15 fevereiro 2016

como identificar e combater o mosquito Aedes Aegypti

O Aedes Agypti causador da Dengue, Zika e Chikungunya, é muito parecido com o pernilongo, mas possui características especificas que o difere de qualquer outro mosquito. Além das suas listras brancas e pretas, o mosquito tem alguns hábitos que ajudam identificá-lo.

O mosquito da dengue, além de silencioso:

  • Costuma picar durante o dia, especialmente nas primeiras horas da manhã ou fim da tarde;
  • Pica, principalmente, nas pernas, tornozelos ou pés e a sua picada, geralmente, não dói nem coça;
  • Tem voo rasteiro, com no máximo 1 metro de distância do solo.

​​Além disso, o Aedes é mais comum no verão, sendo recomendado utilizar repelentes, usar inseticida na casa ou colocar redes mosquiteiras nas portas e janelas. Uma forma natural de afastar o mosquito é acender velas de citronela dentro de casa.




O mosquito que transmite a dengue, Zika e Chikungunya também é o principal responsável pela transmissão da febre amarela, por isso, é importante combatê-lo, evitando o acúmulo de água parada em recipientes como copos, pneus, tampinhas de garrafa ou vasos de plantas.

Características do mosquito Aedes Aegypti

O mosquito possui as seguintes características:

Tamanho: entre 0,5 e 1 cm
Cor: possui cor preta e riscos brancos nas patas, cabeça e corpo;
Asas: possui 2 pares de asas translúcidas;
Patas: possui 3 pares de patas.
Esse mosquito não gosta de calor e, por isso, nos horários mais quentes do dia, ele encontra-se escondido à sombra ou dentro de casa. Apesar de geralmente picar durante o dia, este mosquito também pode picar durante à noite.

Ciclo de vida do Aedes Aegypti

O ciclo de vida é divido em 4 fases: ovo, larva, pupa e mosquito desenvolvido. O ciclo começa quando uma fêmea adulta deposita seus ovos nas paredes dos reservatórios com água limpa, parada e em cerca de 30 minutos elas se desenvolvem. Após 7 dias, a larva cresce e vira pupa e, 2 dias depois, o mosquito está completamente formado e pronto para picar.

Os ovos do mosquito são muito resistentes, sobrevivendo por cerca de 1 ano num local seco. Quando este local recebe água limpa, em cerca de meia hora ele pode se desenvolver. O mosquito da dengue leva 10 dias para se desenvolver e ele vive em média 30 dias.

Uma única fêmea pode produzir mais de 1000 ovos e como o mosquito leva 10 dias para se desenvolver, limpar todos os possíveis criadouros 1 vez por semana é suficiente.

Como combater o Aedes Aegypti


Uma nova proposta para combater o Aedes Aegypti é deixar que as fêmeas coloquem seus ovos num recipiente com água limpa e quando as larvas começarem a se formar, a água seja eliminada.


Essa possibilidade ainda não tem sido recomendada, mas segundos os pesquisadores é uma ótima forma de eliminar os mosquitos porque as fêmeas morrem após colocar seus ovos e com estes sendo eliminados no momento certo, a população de Aedes Aegypti realmente diminuiria.

Para adotar este novo meio de combate ao mosquito da dengue e da Zika é aconselhado deixar um copo de água limpa num local estratégico, onde seja visto diariamente, como em cima de uma mesinha na varanda da casa, por exemplo.

O morador deve observar e trocar a água todos os dias. Sempre que houver larvas deve-se jogar um pouco de cloro ou água sanitária para matar as larvas e eliminar a água, jogando no vaso sanitário, dando descarga a seguir. Depois deve-se lavar o copo e colocar água limpa novamente para que outra fêmea do Aedes Aegypti possa colocar seus ovos.

Segundo os pesquisadores essa estratégia de combate ao mosquito da dengue e da Zika é mais eficaz que usar pulverizadores e o fumacê que podem prejudicar o ambiente. Apesar disso, as formas mais comuns de combater o mosquito, e que continua sendo recomendada pelo Ministério da Saúde continua sendo:

Para combater o mosquito da dengue é importante evitar a existência de locais ou objetos, como tampas, pneus, vasos ou garrafas, que possam acumular água parada, facilitando o desenvolvimento do mosquito. Por isso é aconselhado:
  • Manter a caixa de água fechada com a tampa;
  • Limpar as calhas, removendo as folhas, galhos e outros objetos que possam impedir a passagem da água;
  • Não deixar acumular água da chuva sobre a laje;
  • Lavar semanalmente tanques utilizados para armazenar água com escova e sabão;
  • Manter os tonéis e barris de água bem tampados;
  • Encher os pratinhos dos vasos com areia;
  • Lavar 1 vez por semana os vasos com plantas aquáticas, usando escova e sabão;
  • Guardar as garrafas vazias de cabeça para baixo;
  • Entregar os pneus velhos no serviço de limpeza urbana ou guardá-los sem água e abrigados da chuva;
  • Colocar o lixo em sacos fechados e fechar bem a lixeira.
  • Uma outra forma de evitar o desenvolvimento do mosquito da dengue é colocar um larvicida natural em todos os pratos de plantas, misturando 2 colheres de borra de café em 250 ml de água e adicionar ao prato da planta, repetindo este procedimento todas as semanas.
A Anvisa já aprovou o uso de um larvicida biológico, chamado Biovech, que é capaz de matar as lavas e os mosquitos da dengue em apenas 24 horas, sem deixar resíduos tóxicos que possam agredir o meio ambiente e por isso é seguro para o homem, animais e plantas.

Fonte: Tua Saúde 

14 fevereiro 2016

A pandemia do Zika vírus na América

A pandemia explosiva do vírus zika que ocorre nas Américas do Sul, Central e Caribe, é uma das quatro doenças virais transmitidas por artrópodes a chegar inesperadamente no Hemisfério Ocidental”.


O vírus zika foi descoberto incidentalmente em 1947, num estudo-sentinela com mosquitos e primatas, na floresta do mesmo nome, em Uganda. Permaneceu décadas, confinado às regiões equatoriais da África e da Ásia, infectando macacos e mosquitos arbóreos e poucos seres humanos.

Há anos, pesquisadores africanos notaram que o padrão de disseminação do zika em macacos selvagens, acompanhava o do chikungunya, entre os mesmos animais. Essa característica se repetiu em populações humanas, a partir de 2013.

Dengue, chikungunya e zika são transmitidos principalmente pelo Aedes aegypti, o mesmo das epidemias devastadoras de febre amarela, no passado. Esses mosquitos emergiram em aldeias do norte da África há milênios, em épocas de seca, quando os habitantes precisavam armazenar água. A adaptação ao convívio doméstico possibilitou a transmissão para o homem e, mais tarde, a disseminação para as Américas e Europa pelo tráfico de escravos.

Os sintomas da infecção pelo zika são inaparentes ou semelhantes aos da dengue atenuada: febre baixa, dores musculares e nos olhos, prostração e vermelhidão na pele. Em mais de sessenta anos de observação, não foram descritos casos de febre hemorrágica ou morte.

Não haveria gravidade, não fossem os 73 casos de problemas motores relacionados à síndrome de Guillain-Barré, descritos originalmente na Polinésia Francesa, e a epidemia de microcefalias identificada rapidamente em Pernambuco.

Ainda não há testes laboratoriais rotineiros para a identificação dos casos de zika. Quando circulam ao mesmo tempo infecções por dengue e chikungunya, o diagnóstico diferencial ganha importância, especialmente em grávidas e na identificação precoce dos casos de dengue hemorrágica, responsáveis pelas mortes associadas à doença.

Não existem vacinas contra o zika, embora algumas plataformas possam ser adaptadas em pouco tempo. No entanto, como os casos surgem de forma esporádica e imprevisível, vacinar populações inteiras pode ser proibitivo pelos custos e pela inutilidade de imunizar milhões de pessoas em regiões poupadas pelo vírus.

Além de combater os focos do mosquito transmissor, à população restam os recursos que já demonstraram eficácia: repelentes, telas nas janelas, ar condicionado para os que dispõem do equipamento e adiar a gravidez nas regiões assoladas pelo vírus.

Fonte:
drauziovarella.com.br

Implante Espinhal Pode Fazer Paralíticos Voltarem a Andar

O implante estimula nervos responsáveis pelo movimento das pernas, no laboratório os  testes realizados em ratos com diversos danos na espinha dorsal conseguiram voltar a andar por meio de um implante, indicando um novo tratamento para pessoas com paralisia.


Um grupo de cientistas franceses criou uma fita prostética, equipada com eletrodos e esticada ao longo da medula espinhal.

A prótese é maleável e consegue se adequar aos tecidos que revestem a espinha dorsal, evitando desconforto ao paciente.

Ratos com paralisia que receberam o implante foram capazes de andar sozinhos após algumas semanas de treinamento.

Os pesquisadores da Ecole Polytechinque Fédérale de Lausanne, na França, acreditam que o aparelho pode durar 10 anos em humanos, antes de precisar ser trocado.

O implante, chamado de "e-Dura", é eficiente pois imita o tecido mole que fica ao redor da espinha (o dura-máter), de forma que o organismo não rejeita sua presença.

"Nosso implante e-Dura pode permanecer por um longo período de tempo na medula espinhal ou cortex", afirma o professor Stéphanie Lacour, que participa do projeto.

"Isso abre novas possibilidades terapêuticas para pacientes que sofrem de traumas ou distúrbios neurológicos, especialmente indivíduos que ficaram paralisados após sofrerem danos na espinha", diz Lacour.

Maleabilidade - Experimentos anteriores mostraram que eletrodos e substâncias químicas implantadas na espinha podem assumir o lugar do cérebro e estimular nervos, fazendo com que as pernas se movam involuntariamente quando acionadas.

Esse é o primeiro estudo a mostrar que um simples dispositivo pode ajudar ratos a andar novamente e ser tolerado pelo organismo.

Os cientistas tiveram problemas para encontrar um aparelho que pudesse ser inserido próximo à espinha ou cérebro.

Isso porque ambos os órgãos são revestidos por um tecido que inflamar ou ser ferido pela superfície dura de implantes.

O novo dispositivo, porém, é flexível o suficiente para ser inserido diretamente na medula espinhal. Ele imita as propriedades mecânicas do tecido vivo e pode fornecer impulsos elétricos e drogas que ativam as células.

O implante é feito de silício e coberto com fios de ouro capazes de conduzir eletricidade.

Os eletrodos são de platina e também podem ser entortados em qualquer direção, sem quebrar.

O dispositivo foi testado principalmente em casos de danos na medula espinhal em ratos paralisados, mas os pesquisadores acreditam que ele poderá ser usado em pacientes com epilepsia, mal de Parkinson e com dores crônicas.

Os cientistas esperam começar os testes clínicos em humanos nos próximos anos.

Fonte: exame.abril.com.br

05 fevereiro 2016

Caju e castanha, aliados dos diabéticos e do coração

O caju é fonte de energia, carboidrato, fonte de energia para o corpo, proteínas, importante para a formação dos músculos, e gorduras. As fibras alimentares, que contribuem para o trânsito intestinal, vitaminas do complexo B, aliadas do sistema neurológico, vitamina C, que melhora a imunidade e vitamina K, importante para a coagulação sanguínea.


O caju ainda possui cálcio, bom para os ossos e dentes, zinco, essencial para diabéticos e para a imunidade, manganês e magnésio, que ajudam na formação de tecido e células e também reduzem a pressão arterial.

Ferro, que ajuda na prevenção da anemia, fósforo, essencial para os ossos, cobre, importante para a respiração, potássio, necessário para a contração muscular, e inúmeros outros nutrientes e substâncias químicas também estão presentes no pseudofruto ou na castanha.

O caju é indicado no tratamento de anemia, previne problemas de visão como a catarata, ajuda no fortalecimento dos ossos, na prevenção de células cancerígenas e fortalece os ossos. A presença de compostos fenólicos ajuda a prevenir doenças do coração e devido às fibras, o pseudofruto contribui para o trânsito intestinal, diminuindo a prisão de ventre.

O caju ajuda a prevenir o câncer de pulmão, mama, próstata e de boca, pois é rico em licopeno e beta caroteno, que constituem uma excelente fonte de flavonoides, que por sua vez são um dos melhores combatentes do câncer. Ele contém um flavonoide chamado proantocianidinas, que inibe o desenvolvimento do tumor e previne o crescimento de células cancerosas.

Já a castanha do caju possui gorduras monoinsaturadas na forma de ácido oleico, que reduzem o nível elevado de triglicérides, diminuindo a pressão sanguínea e melhorando a circulação. Também é uma fonte de ômega-3, ácidos graxos, que é conhecido por combater problemas cardíacos e impedir arritmia cardíaca.

Para os diabéticos, é importante saber que o caju possui baixa quantidade de açúcares, não aumentando a quantidade de açúcar no sangue rapidamente e também ajuda no combate de diabetes tipo 2.

Outros benefícios são: o fortalecimento do sistema imunológico, a prevenção contra cálculos biliares, prevenção contra radicais livres ajudando no rejuvenescimento da pele, aumento da flexibilidade de músculos e articulações, e também melhoram a cicatrização de ferimentos.

É recomendado que seja consumida de 3-5 castanhas por dia, por ter um valor calórico elevado. Do caju, uma unidade é o suficiente por dia. A melhor maneira de consumir o caju é em sucos, ou o próprio pseudofruto. Também pode ser consumido em doces, compotas, geleias e até tortas salgadas.

Fonte: Msn.com - NBBrasil

04 fevereiro 2016

Como Saber Se Uma Fruta é Venenosa ou Não: Dicas Essenciais para sua Sobrevivência na Floresta

Imagine-se em uma aventura na floresta, rodeado pela natureza, ou acampando sob o céu estrelado. A emoção da exploração pode ser inebriante, mas é importante lembrar que a natureza tem seus perigos, especialmente quando se trata de encontrar comida. Neste artigo, vamos abordar um tema crucial para a sua sobrevivência em ambientes selvagens: como saber se uma fruta é venenosa ou segura para consumo.



Uma Breve História sobre o Assunto

Ao longo da história da humanidade, a busca por alimento na natureza tem sido uma parte essencial da sobrevivência. Muitas culturas indígenas dominaram a arte de identificar frutas comestíveis e evitar aquelas que poderiam causar danos à saúde. No entanto, com a urbanização e a distância cada vez maior das habilidades de sobrevivência na natureza, muitos de nós perdemos esse conhecimento vital.

Hoje, aventureiros, entusiastas de camping e amantes da natureza podem se encontrar em situações em que a falta de conhecimento sobre a comestibilidade de frutas selvagens pode ser perigosa. É por isso que é fundamental aprender a diferenciar frutas seguras das venenosas quando se aventura em ambientes naturais.

Dicas e Sugestões para Identificar Frutas Venenosas

Identificar se uma fruta é venenosa ou não pode ser um desafio, mas há várias dicas e sugestões que podem ajudar a garantir sua segurança. Aqui estão algumas orientações essenciais:

1. Estude a Flora e Fauna Local

Antes de se aventurar na floresta, é fundamental estudar a flora e fauna da região que você planeja explorar. Conhecer as espécies nativas e seus hábitos alimentares pode ser extremamente útil na identificação de frutas seguras. Existem muitos guias de campo e recursos online que podem ajudá-lo nessa pesquisa.

2. Observação de Sinais de Consumo por Animais

Uma técnica útil para determinar a segurança de uma fruta é observar se há sinais de que animais tenham se alimentado dela. Marcas de bicadas de pássaros, por exemplo, geralmente indicam que a fruta é segura para o consumo humano. A maioria dos animais selvagens evita alimentos tóxicos, e essa é uma maneira de identificar frutas comestíveis.

3. Avalie a Aparência da Fruta

Uma inspeção cuidadosa da fruta pode fornecer pistas importantes. Frutas venenosas às vezes têm características distintas que as diferenciam das frutas comestíveis. Evite frutas com cascas "cabeludas" e que sejam amargas e leitosas, pois essas características são frequentemente associadas a frutas tóxicas. No entanto, lembre-se de que as aparências podem ser enganosas, portanto, essa não deve ser sua única técnica de avaliação.

4. Consulte Guias de Campo e Aplicativos de Identificação

Hoje, existem inúmeras ferramentas digitais disponíveis para auxiliá-lo na identificação de frutas. Aplicativos de identificação de plantas, como o PlantSnap, podem ajudar a determinar a comestibilidade de uma fruta com base em fotos e descrições. No entanto, é importante usar essas ferramentas como uma referência, não como a única fonte de confirmação.

Dúvidas Comuns sobre o Tema

A questão de identificar frutas venenosas gera muitas dúvidas. Abaixo, abordaremos algumas das perguntas mais comuns que as pessoas têm sobre esse assunto:

1. Todas as frutas venenosas têm aparências perigosas?

Não, nem sempre é fácil determinar se uma fruta é venenosa com base apenas em sua aparência. Algumas frutas venenosas podem se parecer com variedades comestíveis, tornando a identificação visual um desafio. Portanto, é fundamental considerar outros fatores além da aparência.

2. Existem métodos de preparação que tornam frutas venenosas seguras para consumo?

Em alguns casos, certos métodos de preparação, como cozimento ou secagem, podem reduzir a toxicidade de frutas que normalmente seriam venenosas. No entanto, essa é uma área delicada e arriscada, e apenas pessoas com conhecimento profundo devem tentar essas técnicas.

3. Como devo agir se suspeitar que ingeri uma fruta venenosa?

Se você suspeitar que ingeriu uma fruta venenosa, é vital agir rapidamente. Tente induzir o vômito, se possível, e beba muita água para diluir a substância tóxica. Procure ajuda médica imediatamente, pois algumas intoxicações podem ser fatais.

Conclusão

Explorar a natureza e desfrutar da vida ao ar livre é uma experiência gratificante, mas também traz desafios, como a identificação de frutas venenosas. Para garantir sua segurança em ambientes selvagens, é crucial estar bem informado sobre como distinguir frutas comestíveis de frutas tóxicas. Este artigo forneceu dicas essenciais, como estudar a flora e fauna local, observar sinais de consumo por animais, avaliar a aparência das frutas e usar recursos digitais de identificação.

Lembre-se de que a segurança é a prioridade número um em ambientes naturais. Ao seguir as diretrizes fornecidas aqui e adquirir conhecimento adicional por meio de estudo e prática, você estará mais bem preparado para aproveitar a beleza da natureza com tranquilidade. Se você já passou por uma situação em que precisou identificar frutas venenosas, compartilhe sua experiência e conhecimento nos comentários. Suas opiniões e sugestões são valiosas para enriquecer nosso aprendizado e manter todos os amantes da natureza seguros em suas aventuras.

Grávidas com ZIKA estão abortando antes de confirmar microcefalia

Grávidas diagnóstico com o vírus da zika estão recorrendo a aborto clandestino mesmo sem confirmação alguma se o feto tem ou não microcefalia.


Segundo o jornal Folha de São Paulo, os preços dos procedimentos abortivos em clínicas particulares variam entre 5 e 15 mil reais, dependendo da estrutura e do estágio da gestação.

Conforme médicos ouvidos pela reportagem, todas as mulheres são casadas, têm educação de nível superior, boas condições financeiras e tinham planejado a gravidez, mas se desesperaram com a possibilidade de a criança desenvolver a má formação.

Diante disso, o Supremo Tribunal Federal (STF) pode decidir se o aborto em casos de microcefalia é constitucional. Especialistas consideram que o Judiciário poderá ser provocado em breve com pedidos de autorização para interrupção de gravidez.

A antropóloga Débora Diniz, professora da Faculdade de Direito na Universidade de Brasília (UnB), estuda se cabe acionar a Justiça para assegurar o direito ao aborto nesses casos. Ela foi a mentora e articuladora da ação que levou o Supremo a permitir o procedimento, se diagnosticada a anencefalia.

Segundo a antropóloga, o tema do aborto no caso de microcéfalos é pauta recorrente em outros países, com a “perspectiva de um pânico globalizado” que se instalou em relação ao vírus zika.

Militante em defesa do direito da mulher de interromper a gravidez, Debora afirma que tem se deparado com reações de surpresa ao falar com entrevistadores estrangeiros sobre a legislação brasileira, que só permite o aborto em caso de estupro e risco de morte da mãe, além da anencefalia, autorizada por decisão do Supremo.

20 janeiro 2014

Como evitar o aparecimento da acne e amenizar seus efeitos

Acne é uma doença comum da pele que atinge cerca de 80% da população entre 11 e 30 anos de idade, provocando espinhas quando os folículos pilosos, que se encontram sob a pele, são obstruídos. A maioria das espinhas aparecem na face, pescoço, nas costas, peito e também no braço e ombros. Pessoas de todas as raças e todas as idades podem ter acne, entretanto ela é mais comum em adolescentes e adultos jovens. Segundo o National Institute of Arthritis and Musculoskeletal and Skin Diseases (Instituto nacional de artrite e doenças osteo-musculares e de pele norte-americano) calcula-se que 80% das pessoas entre 11 e 30 anos tenham espinhas em algum momento. Ainda assim, outras começam a apresentá-las após os 40 ou 50 anos. Acne não é grave, mas pode deixar cicatrizes.

Não se sabe exatamente o que provoca essas lesões, É provável que as alterações hormonais sejam a principal causa, como aquelas que ocorrem durante a adolescência ou a gravidez, têm alguma ligação com sua incidência, mas ainda existem muitos mitos sobre as causas da acne. O fator genético, também pode ter relação com o surgimento de espinhas ou não. Se a sua mãe ou seu pai tinham muitos problemas com acne, provavelmente você pode ter também. "Entretanto, o fator genético não é determinante", explica o dermatologista do Hospital Albert Einstein, Mário Grinblat.


O sistema imunológico também desempenha um papel. Algumas pessoas são sensíveis às bactérias que ficam presas no interior do folículo piloso, sendo mais propensas à inflamação que causa a espinha. Na maioria das pessoas a acne tende a desaparecer até os 25 anos, mas isso pode continuar por muito tempo na vida adulta. "Casos de lesões na terceira idade são cada vez mais comuns e refletem o caos da vida moderna: estresse e preocupação aumentam a secreção sebácea de qualquer indivíduo", completa.

Portanto, o estresse não causa acne, mas pode piorá-la. Outros motivos que muitas vezes podem piorar o quadro são: uso de maquiagem ou protetor solar oleoso, óleo bronzeador e produtos para o cabelo sem enxágue, alterações hormonais durante a menstruação, contraceptivos orais e alguns medicamentos, além de espremer ou molestar as erupções na pele e esfregá-las com força.

Com frequência se culpa o chocolate e outros alimentos oleosos e gordurosos, mas existem poucas evidência de que a comida tenha algum efeito sobre a acne. Outra crença comum é a de que a pele suja pode favorecer o aparecimento de lesões, mas saiba que cravos e espinhas não são causados por sujeira. Abaixo estão algumas dicas de como cuidar da pele e conviver com a acne numa boa:

Lavar a pele suavemente sem exagero
Ainda que ajude a remover impurezas como o pó e a oleosidade dos poros, lavar o rosto em excesso pode levar à secura e irritação, ocasionando mais erupções. É aconselhável que você evite esfregar a pele do seu rosto, pois isso pode irritar a pele. Como regra geral, lavar o rosto duas vezes ao dia com sabão neutro e exercícios na água em um movimento circular e enxugue quando você está feito.

Evitar espremer as espinhas
Espremer uma espinha pode aparentar que tenha desaparecido temporariamente, no entanto, removê-la pode fazê-la ficar por mais tempo. Quando você aperta e tenta extrair uma espinha, pode estar empurrando ainda mais profundamente as bactérias para dentro da pele, causando inchaço e irritação e cicatrizes vermelhas ou marrons.

Fazer a barba com cuidado
Se você usa lâmina, certifique-se de que é afiada e não está enferrujada. Lave o rosto com água e sabão antes de colocar o creme de barbear, isso vai ajudar a amaciar a barba. Raspe suavemente e somente quando necessário.

Evitar exposição ao sol
Muitas medicações para acne podem causar queimaduras em algumas pessoas. Estar ao sol por muito tempo pode causar rugas e aumentar o risco de câncer de pele. Embora um bronzeado possa, temporariamente, mascarar as espinhas, o sol pode causar ressecamento e irritação da pele resultando em sucessivos surtos de acne no futuro.

Lavar os cabelos regularmente
Se você tem cabelos oleosos, deve lavá-los todos os dias.


Fonte: Minha Vida