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28 março 2019
6 alimentos PROIBIDOS durante a menstruação
Mas, o que ninguém nos conta sobre menstruação, ao longo da vida inteira, é que muitos dos desconfortos do período podem ser amenizados mudando apenas alguns de nossos hábitos alimentares.
Sabia disso?
Por exemplo, se você parar de tomar café durante os dias sangrentos muito provavelmente você vai ficar menos irritada e até mesmo a quantidade e a intensidade das cólicas tendem a diminuir
a. Dá para acreditar?
O mais intrigante de tudo é que a lista de alimentos proibidos para o período de menstruação é muito
maior. Aliás, como comidas e bebidas que estão neste "salão" de vilões servir até mesmo para amenizar os amargores para aqueles dias anteriores à menstruação, quando o famoso TMP bate sem pena.
Ficou interessado no
assunto? Quer deixar seus dias menos divertidos do mês um pouco menos pesados? Então não deixe de conferir a lista logo abaixo.
Conheça 6 alimentos PROIBIDOS durante a menstruação: 1.
Café
Pode até parecer que ele ajuda no primeiro momento, mas a verdade que o café e outros alimentos ricos em cafeína, como Coca-Cola e alguns chás; são estimulantes demais para quem está enfrentando a menstruação. A cafeína deixa a mulherada mais agitada, mais propícia a cólicas e mais estressada, além de contribuir para que o ciclo menstrual fique irregular. 2. Batata frita
A culpa, claro, não é só da batatinha frita, mas de tudo que para frito e rico em gordura.
Durante a menstruação, esse tipo de tem uma forte influência sobre a atividade hormonal. Pelo menos é isso que garante alguns estudos focados no assunto.
Especialistas explicam que a gordura em excesso, nessa etapa do mês, aumenta a contração uterina, uma vez que interfere também na maior produção do estrogênio.
Aliás, para quem não sabe, esse nome engraçadinho acabamos que de falar é dado ao hormônio que atua na maturação dos ovários, que são liberados no ovário. 3. Arroz branco
Até mesmo o "branquinho" de todos os dias pode ser um veneno durante a menstruação, sabia?
Isso porque ele contribui para o aumento dos níveis de açúcar no sangue, o que interfere bastante na mudança de humor das mulheres. O ideal, pelo menos neste período, é abrir espaço para o arroz integral em seu prato. 4. Bebidas alcoólicas
Nada de vinho, cervejinha ou qualquer outra bebida alcoólica durante a menstruação, ok?
O álcool afina o sangue e aumenta o fluxo, aumentando ainda mais o desconforto durante o período. Além disso, o consumo excessivo de bebidas pode aumentar a sensação de tristeza e irritabilidade durante o período pré-menstrual. 5. Embutidos
Salaminhos, presuntos, peito de peru e toda aquela série de embutidos maravilhosos devem ser evitados durante a menstruação, assim como a maioria dos alimentos processados, cheios de conservantes e sal.
Isso porque alimentos deste tipo contribuem bastante para o aumento dos inchaços, devido ao sódio, e pode deixar esses dias ainda mais inquietos. 6. Chocolate
Além da gordura, o chocolate é rico em açúcares, o que também é altamente desaconselhável neste período.
Isso porque, são muito gostosos, os doces fazem com que as mulheres mais irritadas e depressivas durante a menstruação. Fonte: Área da Mulher
13 março 2019
O Arroz que Você Come Pode Ser Pior que Bebidas Açucaradas
O arroz é um alimento básico em muitas culturas ao redor do mundo. Ele é uma fonte importante de energia, carboidratos e nutrientes essenciais. No entanto, você já parou para pensar que o arroz que você consome regularmente pode ser tão prejudicial à sua saúde quanto as bebidas açucaradas? Neste artigo, exploraremos esse tema importante, analisando a história do consumo de arroz, fornecendo dicas e sugestões para um consumo mais saudável e respondendo às dúvidas comuns sobre o assunto.
Uma Breve História sobre o Consumo de Arroz
O arroz tem uma longa história como um alimento básico em muitas partes do mundo. Sua domesticação remonta a milhares de anos, e ele desempenhou um papel fundamental na subsistência de inúmeras sociedades ao longo dos tempos. No entanto, o tipo de arroz que consumimos hoje em dia é muito diferente daquele cultivado por nossos antepassados.
A Evolução do Arroz
O arroz selvagem, a espécie ancestral do arroz que conhecemos, era uma planta robusta, com baixo teor de amido e muitos nutrientes. Com o tempo, os agricultores começaram a selecionar e cultivar variedades de arroz que produziam grãos maiores e mais ricos em amido, tornando-os mais adequados para o armazenamento e o consumo humano. Isso marcou o início da transformação do arroz em um alimento de alto teor calórico, mas com menos valor nutricional.
Arroz Polido e Branco
Hoje, a variedade de arroz mais comum é o arroz branco. Ele passa por um processo de polimento que remove a casca e o farelo, deixando apenas o endosperma, a parte rica em amido do grão. Embora o arroz branco seja mais macio e de cozimento mais rápido, ele perde grande parte de seus nutrientes no processo de polimento.
Dicas e Sugestões para um Consumo Mais Saudável de Arroz
Para muitas pessoas, o arroz faz parte de sua alimentação diária. No entanto, é importante considerar como consumimos o arroz e se podemos fazer escolhas mais saudáveis em relação a esse alimento tão comum.
1. Opte por Variedades Integrais
Uma das maneiras mais simples de tornar o consumo de arroz mais saudável é escolher variedades integrais. O arroz integral mantém sua casca, farelo e endosperma intactos, preservando assim a maioria dos nutrientes, fibras e vitaminas. Isso significa que o arroz integral é uma escolha mais nutritiva em comparação com o arroz branco.
2. Moderação é a Chave
O consumo excessivo de qualquer alimento, incluindo o arroz, pode ter efeitos negativos na saúde. A moderação é fundamental. Certifique-se de controlar o tamanho das porções e evitar o excesso de consumo de arroz em suas refeições.
3. Combine com Outros Alimentos
Uma maneira de equilibrar o consumo de arroz é combiná-lo com outros alimentos saudáveis, como vegetais, proteínas magras e leguminosas. Isso não só adiciona variedade à sua dieta, mas também melhora o perfil nutricional da sua refeição.
4. Esteja Ciente das Calorias
O arroz é uma fonte concentrada de calorias, especialmente o arroz branco. Portanto, se você está tentando controlar seu peso, é importante estar ciente das calorias que você está consumindo através do arroz e ajustar sua dieta de acordo.
5. Evite Preparações Ricas em Gordura e Açúcar
O modo como o arroz é preparado também pode afetar sua qualidade nutricional. Evite preparações que incluam grandes quantidades de óleo, manteiga, açúcar ou molhos ricos em calorias. Opte por métodos de cozimento mais saudáveis, como o cozimento a vapor ou o preparo com óleos saudáveis.
Dúvidas Comuns sobre o Consumo de Arroz
Vamos agora abordar algumas das dúvidas mais comuns relacionadas ao consumo de arroz e seus possíveis impactos na saúde.
1. O Arroz Causa Ganho de Peso?
O arroz em si não causa ganho de peso, mas o consumo excessivo de calorias pode levar ao ganho de peso. Como mencionado anteriormente, o arroz é uma fonte concentrada de calorias, especialmente o arroz branco. Portanto, se você comer grandes porções de arroz regularmente, isso pode contribuir para o ganho de peso. A chave está no equilíbrio e na moderação.
2. O Arroz Pode Causar Diabetes?
O consumo de arroz em si não causa diabetes, mas o tipo e a quantidade de arroz que você come podem desempenhar um papel no risco de desenvolver diabetes. O arroz branco, devido ao seu alto índice glicêmico, pode causar picos de açúcar no sangue, o que pode aumentar o risco de diabetes tipo 2. Optar pelo arroz integral e controlar o tamanho das porções pode ajudar a reduzir esse risco.
3. O Arroz é uma Fonte Nutricionalmente Pobre?
O arroz branco, devido ao processo de polimento, perde muitos dos seus nutrientes essenciais, como fibras, vitaminas e minerais. No entanto, o arroz integral mantém a maioria desses nutrientes, tornando-o uma escolha mais nutritiva. Portanto, a afirmação de que o arroz é uma fonte nutricionalmente pobre é verdadeira para o arroz branco, mas não se aplica ao arroz integral.
4. O Arroz é Seguro para Pessoas com Intolerância ao Glúten?
Sim, o arroz é naturalmente isento de glúten, o que o torna uma escolha segura para pessoas com doença celíaca ou intolerância ao glúten. No entanto, é importante garantir que o arroz não tenha sido contaminado com glúten durante o processamento ou armazenamento.
Conclusão:
O arroz é um alimento que desempenha um papel importante na dieta de muitas pessoas em todo o mundo.
17 junho 2017
Óleo de coco faz tão mal à saúde quanto gordura animal e manteiga, dizem cientistas
Por ser composto de gordura saturada, o óleo de coco pode aumentar o chamado colesterol "ruim", explicam os pesquisadores.
De acordo com a associação americana, 82% da gordura no óleo de coco é saturada. O percentual é maior do que o da manteiga (63%), da gordura bovina (50%) e da banha de porco (39%).
Alguns especialistas ressaltam, porém, que a mistura de gorduras no óleo de coco ainda faz dele uma opção saudável, mas a Associação Cardíaca Americana afirma que não há evidências confiáveis disso.
"Como o óleo de coco aumenta o colesterol LDL (o tipo tido como "ruim"), causa de doenças cardiovasculares, e não tem efeitos favoráveis que compensem isso, advertimos contra seu consumo", diz o relatório americano.
O instituto afirma que as pessoas devem limitar a quantidade de gorduras saturadas que consomem, substituindo algumas por óleos vegetais não saturados - como azeite de oliva, óleo de girassol e suas variações.
Gordura saturada
As gorduras animais, como banha de porco, são geralmente vistas como nocivas, enquanto os óleos vegetais não saturados, como o azeite de oliva e de girassol, são apontados como opções mais saudáveis.
Essa teoria é baseada na quantidade de um determinado tipo de gordura - a saturada - que esses produtos contêm.
A gordura saturada é considerada ruim para a saúde, embora não haja consenso.
Adotar uma dieta rica nesse tipo de gordura pode aumentar o nível de colesterol "ruim" (LDL) no sangue, o que, por sua vez, pode entupir as artérias e aumentar o risco de doenças cardíacas e derrames.
Trocas saudáveis
No Reino Unido, o departamento de saúde pública da Inglaterra recomenda que as pessoas limitem o consumo de gordura saturada:
- homens não devem ingerir mais de 30g de gordura saturada por dia
- mulheres não devem ingerir mais de 20g de gordura saturada por dia
Os rótulos dos alimentos mostram a quantidade de gordura saturada contida nos produtos.
Os especialistas lembram, no entanto, que a gordura ainda é parte essencial de uma dieta equilibrada e saudável - ou seja, não precisa ser totalmente eliminada. A gordura é fonte de ácidos graxos essenciais e ajuda o corpo a absorver vitaminas, como A, D e E.
"Comer bem, para a saúde do seu coração, não significa apenas reduzir a gordura, mas diminuir tipos específicos de gordura e pensar em bons substitutos - gorduras não saturadas e cereais integrais, em vez de açúcar refinado e carboidratos", afirma Victoria Taylor, da Fundação Cardíaca Britânica.
"Qualquer mudança deve ser avaliada no contexto da dieta como um todo. A dieta mediterrânea tradicional traz benefícios para uma série de fatores de risco de doenças cardíacas, não apenas os níveis de colesterol", agrega Taylor.
"Recomendamos substituir as gorduras saturadas na dieta por gorduras não saturadas - usando óleos em vez de manteiga e escolhendo alimentos como abacate, peixes oleosos, nozes e sementes em vez de alimentos ricos em gorduras saturadas, como bolos, biscoitos, chocolate e carne gordurosa", completa.
Dicas para dieta com baixo teor de gordura
- Comida grelhada, cozida ou no vapor, em vez de frita e assada
- Corte a gordura visível e retire a pele da carne antes de cozinhar
- Recolha as gorduras e óleos de assados e guisados
- Ao fazer um sanduíche, evite manteiga ou espalhe bem: talvez não seja necessário se o recheio não for ressecado.
Gordura boa x gordura ruim
- O colesterol é uma substância gordurosa que pode ser encontrada em alguns alimentos
- O LDL, Low Density Lipoprotein, que significa lipoproteínas de baixa densidade, é chamado de colesterol "ruim" porque pode se depositar nas paredes das artérias e formar placas rígidas que podem causar bloqueios, resultando em ataques cardíacos e derrames.
- O colesterol HDL, High Density Lipoproteins, quer dizer, por sua vez, lipoproteínas de alta densidade. É considerado "bom" porque leva o LDL para o fígado, onde é descartado. Ter uma proporção maior de colesterol "bom" do que "ruim" é mais saudável.
Fonte: bbc.com
30 outubro 2016
7 alimentos que previnem câncer de mama
Frutas Vermelhas
"Frutas vermelhas, como framboesa e amora, contêm fitonutrientes anticancerígenos chamados antocianinas que retardam o crescimento de células pré-malígnas e evitam a formação de novos vasos sanguíneos, que podem alimentar um tumor", explica a nutricionista Daniela Cyrulin, da Nutri & Consult. Esses alimentos também são ótimas fontes de vitamina C, flavonóides e fibras, essências ao funcionamento do organismo.
Cenoura
Uma pesquisa feita pela Harvard School of Public Health, nos Estados Unidos, revelou que a cenoura é um alimento eficaz na prevenção contra o câncer de mama. A descoberta surgiu após o acompanhamento de 12 mil mulheres, 5.700 com câncer de mama e 6.300 saudáveis, que serviram como grupo de controle. Após terem sua dieta controlada, constatou-se que consumir duas porções do vegetal todos os dias reduz o risco de desenvolver a doença em até 17%. Segundo a nutricionista Débora, isso acontece graças ao beta caroteno, que protege o DNA contra a oxidação, evitando a formação de radicais livres. De acordo com o estudo, entretanto, tal porcentagem só pode ser atribuída a mulheres na pré-menopausa.
Uva
De acordo com Débora La Regina, estudos já mostraram que flavonóides, presentes na uva, podem retardar o crescimento de células malignas no organismo. A especialista alerta, entretanto, para que os adoradores de vinho tinto não abusem da bebida com a alegação de que ele faz bem para a saúde. O excesso de álcool prejudica todo o metabolismo e pode ser vir de gatilho a outras doenças, além de fragilizar a imunidade.
Romã
Um estudo publicado na revista Cancer Prevention Research, da Associação Americana para Pesquisa sobre Câncer, mostrou que romãs podem ajudar na prevenção contra o câncer de mama. Eles analisaram a interação dos compostos do fruto com a enzima aromatase, responsável pela produção de estrogênio e fundamental para o surgimento de células cancerígenas. Concluíram, então, que o fruto inibe sua ação.
Brócolis
"Por meio do estímulo das enzimas do corpo, o sulforano, presente nos brócolis, elimina substâncias que podem originar células cancerígenas no corpo", aponta Daniela. Outros vegetais que também produzem esse efeito são a couve-flor e o repolho. Recomenda-se o consumo de meia xícara de chá do alimento por dia.
Especiarias
Pesquisadores do Comprehensive Cancer Center, da Universidade de Michigam, nos Estados Unidos, afirmam que especiarias, como pimenta preta e curry, podem atuar na diminuição do aparecimento de células cancerígenas sem danificar as células saudáveis da mama. De acordo com Daniela Cyrulin, o efeito se dá pelos polifenois, antioxidantes que possuem ação anti-inflamatória.
Soja
Soja e derivados, como leite de soja e tofu, contêm nutrientes em sua composição chamados fitoestrogênio. Ele é similar ao hormônio estrogênio natural, produzido pelo corpo feminino a partir da adolescência e, por isso, ocorre uma competição entre ambos dentro do nosso organismo. "Essa disputa interfere em enzimas importantes para o desenvolvimento de células cancerígenas", afirma a nutricionista Débora.
Fonte: portal Minha Vida - tnh1
12 julho 2016
Diabetes: nove cuidados essenciais com a alimentação
A dieta ideal para o diabético pode variar para cada diabético, lembrando que existem dois tipos e diabetes. Um plano alimentar completo só pode ser oferecido se a pessoa fizer uma visita a um profissional qualificado, que observará os níveis glicêmicos e de colesterol, o peso, a atividade física do paciente e suas preferências alimentares. Entretanto, algumas recomendações são iguais para todos, como fazer três refeições por dia intercaladas com pequenos lanches e preferir por alguns alimentos em detrimento de outros. Confira quais são esses cuidados:
Arroz, pães e massas integrais
A endocrinologista e nutrólga Ellen Paiva, do CITEN, explica que os carboidratos complexos presentes nesses alimentos são digeridos mais lentamente pelo organismo, liberando a glicose em pequenas doses. Isso é benéfico para o diabético, que não terá picos de índice glicêmico quando comer esse nutriente.
Porém, lembre-se de preferir sempre aos integrais, pois eles são ricos em fibras, que melhoram a ação da insulina.
Carboidratos simples e açúcar
Doces, pães e massas não precisam ser abolidos completamente da dieta do diabético. Entretanto, é preciso estar atento à quantidade.
"Os doces podem ser consumidos esporadicamente, atendendo a princípios rigorosos de quantidade e frequência e acompanhados de compensação de carboidratos", afirma Ellen. No geral, uma dieta para diabéticos deve ser constituída 50% de carboidratos.
Por isso, quando o portador de diabetes resolve comer um doce, deve reduzir o consumo de outras formas de carboidrato para manter a equivalência ou, no caso do dependente de insulina, aumentar a sua dose de insulina para aquela refeição.
Atenção às frutas
"As frutas, muitas vezes, são uma armadilha para a dieta dos diabéticos", conta Ellen. É muito comum a pessoa achar que pode consumir frutas à vontade, pois são alimentos muito saudáveis. Mas, na verdade, não podem.
Todas as frutas têm carboidratos simples, como a glicose. Só que, por conta das fibras e outros diversos nutrientes presentes nelas, podem ser consumidas em quantidades maiores que as de outros carboidratos simples.
A recomendação para os diabéticos é ingerir no máximo três a quatro porções de fruta por dia, e sempre optando pelas menos calóricas. "As frutas podem dificultar a perda de peso nos obesos e a titulação da insulina nos pacientes insulino dependentes".
Sucos
Embora muito saudáveis, os sucos geralmente consomem as três porções de frutas que o diabético tem direito durante todo o dia. "Um exemplo disso é suco de laranja. Um copo equivale em calorias ao consumo de um bombom e tem quantidade de glicose capaz de elevar em muito a glicemia do paciente", alerta a nutróloga.
A recomendação, portanto, é que as frutas sejam consumidas como tal, em lanches e sobremesas. Durante refeições, o ideal é evitar o consumo de líquidos ou optar pela água.
Leite desnatado
Para reduzir o consumo de gordura, a recomendação é trocar leite integral por desnatado e preferir derivados mais magros. Não caia no mito de que a versão desnatada do leite tem menos quantidade de cálcio e proteínas que a integral. Na verdade, você ingere apenas menos gordura e não perde os benefícios.
Cortes magros de carne vermelha
A maior riqueza das carnes vermelhas são os micronutrientes, como o ferro e a vitamina B12, já que as proteínas podem ser facilmente encontradas em carnes brancas e proteínas vegetais. Por conta disso, a carne vermelha não só pode como deve ser consumida, mas evite as opções que possuem uma quantidade muito grande de gorduras saturadas, como filé mignon, picanha e contra-filé. "Os melhores cortes de carne são o lagarto, o patinho e a alcatra", conta Ellen.
Peixes
Eles são os mais indicados entre as carnes brancas. Os melhores são aqueles ricos em gorduras boas, como trutas, salmão e sardinha. "Esses peixes, apesar de saudáveis, são muito calóricos e, por isso, as porções devem ser controladas e nunca preparadas fritas ou empanadas", lembra a nutróloga.
Legumes e verduras à vontade
Ricos em fibras, vitaminas e minerais antioxidantes, os legumes e verduras são importantes à nutrição e à saúde de todas as pessoas, mais ainda dos diabéticos, cuja dieta deve ser rica e variada nesses alimentos. "A regra é colorir o prato e variar de acordo com legumes e verduras da estação", aconselha Ellen.
Não exagere nas porções
O diabético pode estar fazendo uma dieta correta e rica em alimentos saudáveis, mas, se exagerar nas porções, estará caminhando na direção oposta. "O excesso de calorias é nocivo ao diabético, mesmo que ele esteja comendo os alimentos mais indicados", alerta Ellen.
13 maio 2016
O Útero Artificial Já Existe e isso Promete Mudar o Futuro
“Um a um os ovos foram transferidos dos tubos de ensaio para as vasilhas maiores; habilmente a linha peritoneal foi cortada (…) e a garrafa já passou a abertura para a Sala de Predestinação Social.” Aldous Huxley in “Admirável Mundo Novo”
No departamento de Tóquio, fetos de cabra percorridos por cateteres pelo cordão umbilical fornecendo sangue oxigenado e nutrientes são mergulhados em grandes incubadoras com líquido amniótico artificial aquecido à temperatura corporal de uma falsa mãe.
Yoshinori Kuwabara, diretor do Departamento de Obstetrícia e Ginecologia da Universidade Juntendo, em Tóquio, tem trabalhado em placentas artificiais por mais de uma década. O seu interesse cresceu ao lidar com crianças prematuras afirmando: “será sempre melhor que fetos imaturos possam crescer dentro de um ambiente simulado do organismo maternal.”
Kuwabara e os seus associados têm mantido os fetos de cabra nestes ambientes simulados por cerca de 3 semanas, mas os médicos depararam-se com falhas do sistema circulatório provocado por dificuldades técnicas. Pressionado para especular sobre o futuro Kuwabara cautelosamente prevê que “será possível estender o período de tempo” e eventualmente “será aplicado a humanos.”
Contemplar as imagens destes fetos de cabra lembra assustadoramente a Incubadora Central da imaginação de Aldous Huxley. De fato, nas décadas mais recentes, a medicina tem-se centrado grandemente nas fases iniciais e finais da gravidez e o tempo essencial intra-uterino tem reduzido gradualmente.
O futuro do Homem, no que toca à reprodução, passa seguramente pela evolução de várias tecnologias, nomeadamente a nanotecnologia, a genética, a cirurgia fetal e a fertilização in-vitro ou assistida.
Entre o Útero e o Ar
A neonatologia moderna possui uma história muito curta e recente, mas com avanços excepcionais onde assistimos à ressuscitação de prematuros 16 a 17 semanas antes do tempo de gestação terminada. Devido a uma taxa de sobrevivência de apenas 10% os neonatologistas estão hesitantes em puxar a barreira mais além, mas a investigação caminha cada vez mais nessa direção.
“O líquido preserva a estrutura pulmonar e a sua função,” afirma Thomas Shaffer, professor de fisiologia e pediatria na Escola de Medicina da Universidade Temple. Trabalhou durante mais de 30 anos na ventilação de fluídos, estudo que iniciou para auxiliar mergulhadores de grandes profundidades. A sua tecnologia de prevenção de descompressão e ventilação líquida apareceu retratada no filme “O Abismo” e agora começa a ser utilizada na área de controle de prematuros, já que durante a gestação os pulmões estão preenchidos por um líquido ventilado natural. Pensou então que talvez se ventilasse bebés prematuros com líquido que contenha bastante oxigênio conseguisse oferecer um ambiente mais gentil e seguro para os pulmões imaturos até que estivessem prontos a respirar ar. O Barotrauma, o dano pulmonar quando os pulmões são forçados a receber ar por ventilador, seria drasticamente reduzido.
“O objetivo não é forçar as barreiras de tempo de gestação,” afirma Shaffer. “Quero, isso sim, eliminar o dano [por respiração forçada]. E acredito que em breve esta tecnologia pode ser estandardizada.”
O feto como paciente
A noção de que se pode fazer uma cirurgia num feto teve como pioneiro Michael Harrison da Universidade da California. Guiado por tecnologias ultra-som avançadas relatou, em 1981, que através de uma intervenção cirúrgica era possível descongestionar o trato urinário de um feto.
“Fiquei frustrado ao tratar bebés prematuros”, afirmou Scott Adzick, cirurgião chefe do Hospital Pediátrico de Filadélfia. “Como em tudo na medicina ficamos com a sensação que se tivéssemos chegado mais cedo teríamos prevenido o dano. Tem toda a lógica tentar tratar algumas malformações fatais antes do nascimento.”
Mas qual é o objetivo?
Há 18 anos, a fertilização in-vitro era notícia de jornais sensacionalistas: bebés proveta! Hoje em dia é uma terapia corriqueira e comum, os jornais ostentam publicidades a doação de óvulos, fertilização in-vitro e injeções intracitoplasmáticas de esperma como alternativas para o consumidor.
A vontade imensa de engravidar e gerar prole conduz muitas mulheres ou casais a requisitar doadores e passarem por uma maternidade biológica sem ligação genética com o feto… Obviamente muitas escolheriam o muito mais cómodo e seguro útero artificial que estamos a desenvolver. Pode-se inclusive atingir o ponto em que por questões de saúde ou higiene esta tecnologia seja escolhida em detrimento da gravidez natural, num progresso sem precedentes.
Mary Mahowald, professora no Centro de Ética Médica MacLean da Universidade de Chicago, fez correr uma sondagem a mulheres em geral sobre se preferiam estar ligadas a uma criança biologicamente ou geneticamente se não pudessem escolher ambas por alguma razão e uma pequena maioria preferiu passar pelo processo de gravidez, gestação e parto do que possuir ligação genética.
“A gravidez é importante para as mulheres,” afirmou. “Algumas podem preferir não passar por isso, mas acho que o interesse nesta tecnologia será muito limitado.”
Por outro lado, Susan Cooper, psicóloga especializada em situações de infertilidade não concorda com Mahowald já que considera que o desejo de gravidez é mais cultural do que biológico.
Que mudanças estamos nós a trazer para o percurso humano se alterarmos funções tão primárias e fundamentais como a reprodução? Estaremos a tomar em nós o poder divino da seleção natural? Devemos nós alterar a nossa trajetória genética e caminho da evolução da humanidade? E que consequências trarão estes passos?!
Fonte: New York Times
25 fevereiro 2016
Como tratar a febre Chikungunya e diminuir a dor nas articulações
Geralmente, o tratamento para febre Chikungunya dura entre 7 a 30 dias, mas a dor nas articulações podem permanecer por mais de 1 ano, sendo necessário fazer fisioterapia.
Tratamento caseiro para febre de Chikungunya
Alguns cuidados para tratar os sintomas específicos da febre de Chikungunya são:
- Febre alta: colocar uma compressa fria na testa, evitar o excesso de roupa, beber chá de pulmonária ou tomar remédios antipiréticos, como o Paracetamol, de acordo com as indicações do médico;
- Dor nas articulações: aplicar compressas quentes, com óleo essencial de camomila, sobre a articulação dolorida, beber infusão de salgueiro 3 vezes por dia ou tomar remédios analgésicos, como Acetaminofeno, receitados pelo clínico geral;
- Náuseas e vômitos: beber chá de gengibre durante o dia, chupar um picolé de limão ou tomar remédios antieméticos, como a Metoclopramida ou Ondansetrona, prescritos pelo médico;
- Diarreia: beber água de arroz, comer alimentos cozidos de fácil digestão, como fruta, arroz ou frango ou ingerir remédios antidiarreicos, com Loperamida ou Racecadotril, indicados pelo clínico geral.
Uma boa dica, além dos cuidados citados, é fazer uma alimentação rica em vitamina C, aumentando o consumo de frutas como laranja, kiwi ou morango, para fortalecer o sistema imune e acelerar a recuperação.
O mosquito que provoca a febre de Chikungunya é o mesmo responsável pela dengue e, por isso, saber como identificar o mosquito pode ajudar o médico a fazer o diagnóstico da doença. Saiba como identificar o mosquito da dengue.
Sinais de melhora da febre de Chikungunya
Os sinais de melhora da febre de Chikungunya surgem quando o organismo é capaz de eliminar o vírus e incluem a diminuição da febre, da diarreia e dos vômitos.
Em alguns casos, o cansaço e a dor articular podem se manter após a cura da febre da Chikungunya e, por isso, o clínico geral pode recomendar sessões de fisioterapia para ajudar a diminuir o desconforto.
Sinais de piora da febre de Chikungunya
Quando o tratamento não é feito de forma adequada, ou o sistema imune se encontra enfraquecido podem surgir sinais de piora como febre acima de 38º por mais de 3 dias e piora da dor nas articulações, levando à artrite, que pode persistir por meses.
Em casos muito raros a Chikungunya pode ser fatal. Nesse caso a doença pode causar miosite, uma inflamação dos músculos, que pode até mesmo levar à morte porque o sistema imune começa a atacar os músculos do corpo. Os sintomas podem começar a se manifestar cerca de 3 semanas depois do diagnóstico da chikungunya.
Fonte: Tua Saúde
16 fevereiro 2016
Pesquisa mostra que 3h de exercícios semanais ajudam a prevenir Alzheimer
O estudo levou em consideração fatores genéticos que podem aumentar o risco do processo neurodegenerativo e a existência de substâncias associadas à formação de placas amilóides, depósitos que causam inflamações e prejudicam os neurônios, aumentando em até quatro vezes o risco de Alzheimer.
“Vários estudos já apontaram que os idosos apresentam essa inflamação e essa inflamação é sistêmica, então ela está presente no meu corpo inteiro, e, uma vez presente, ela está sinalizando que tem a ação do sistema imunológico, que ele pode estar causando a morte de algumas células”, explicou a pesquisadora Carla Nascimento.
Essas inflamações trazem prejuízos com o tempo e afetam a saúde do cérebro, mas isso pode mudar com uma rotina de exercícios como a proposta na pesquisa, em que a atividade é contínua e tem nível moderado. Resumindo, é como se a atividade física funcionasse como um anti-inflamatório natural, ajudando a frear o processo de degeneração.
“A gente verificou que existe uma redução desses marcadores de inflamação para esses idosos com uma melhora nesses componentes de funções cognitivas, que são memória, atenção, concentração, planejamento, sequenciamento para executar as atividades da vida diária”, disse Carla.
“O envelhecimento tem que ser pensado muito cedo na nossa vida, então se a gente já começar a se preparar para envelhecer bem e, tendo de rotina esses exercícios, a gente vai envelhecer muito melhor”, aconselhou a professora Márcia Cominetti.
Fonte: Portal da Enfermagem
15 fevereiro 2016
como identificar e combater o mosquito Aedes Aegypti
O mosquito da dengue, além de silencioso:
- Costuma picar durante o dia, especialmente nas primeiras horas da manhã ou fim da tarde;
- Pica, principalmente, nas pernas, tornozelos ou pés e a sua picada, geralmente, não dói nem coça;
- Tem voo rasteiro, com no máximo 1 metro de distância do solo.
Além disso, o Aedes é mais comum no verão, sendo recomendado utilizar repelentes, usar inseticida na casa ou colocar redes mosquiteiras nas portas e janelas. Uma forma natural de afastar o mosquito é acender velas de citronela dentro de casa.
O mosquito que transmite a dengue, Zika e Chikungunya também é o principal responsável pela transmissão da febre amarela, por isso, é importante combatê-lo, evitando o acúmulo de água parada em recipientes como copos, pneus, tampinhas de garrafa ou vasos de plantas.
Características do mosquito Aedes Aegypti
O mosquito possui as seguintes características:
Tamanho: entre 0,5 e 1 cm
Cor: possui cor preta e riscos brancos nas patas, cabeça e corpo;
Asas: possui 2 pares de asas translúcidas;
Patas: possui 3 pares de patas.
Esse mosquito não gosta de calor e, por isso, nos horários mais quentes do dia, ele encontra-se escondido à sombra ou dentro de casa. Apesar de geralmente picar durante o dia, este mosquito também pode picar durante à noite.
Ciclo de vida do Aedes Aegypti
O ciclo de vida é divido em 4 fases: ovo, larva, pupa e mosquito desenvolvido. O ciclo começa quando uma fêmea adulta deposita seus ovos nas paredes dos reservatórios com água limpa, parada e em cerca de 30 minutos elas se desenvolvem. Após 7 dias, a larva cresce e vira pupa e, 2 dias depois, o mosquito está completamente formado e pronto para picar.
Os ovos do mosquito são muito resistentes, sobrevivendo por cerca de 1 ano num local seco. Quando este local recebe água limpa, em cerca de meia hora ele pode se desenvolver. O mosquito da dengue leva 10 dias para se desenvolver e ele vive em média 30 dias.
Uma única fêmea pode produzir mais de 1000 ovos e como o mosquito leva 10 dias para se desenvolver, limpar todos os possíveis criadouros 1 vez por semana é suficiente.
Como combater o Aedes Aegypti
Uma nova proposta para combater o Aedes Aegypti é deixar que as fêmeas coloquem seus ovos num recipiente com água limpa e quando as larvas começarem a se formar, a água seja eliminada.
Essa possibilidade ainda não tem sido recomendada, mas segundos os pesquisadores é uma ótima forma de eliminar os mosquitos porque as fêmeas morrem após colocar seus ovos e com estes sendo eliminados no momento certo, a população de Aedes Aegypti realmente diminuiria.
Para adotar este novo meio de combate ao mosquito da dengue e da Zika é aconselhado deixar um copo de água limpa num local estratégico, onde seja visto diariamente, como em cima de uma mesinha na varanda da casa, por exemplo.
O morador deve observar e trocar a água todos os dias. Sempre que houver larvas deve-se jogar um pouco de cloro ou água sanitária para matar as larvas e eliminar a água, jogando no vaso sanitário, dando descarga a seguir. Depois deve-se lavar o copo e colocar água limpa novamente para que outra fêmea do Aedes Aegypti possa colocar seus ovos.
Segundo os pesquisadores essa estratégia de combate ao mosquito da dengue e da Zika é mais eficaz que usar pulverizadores e o fumacê que podem prejudicar o ambiente. Apesar disso, as formas mais comuns de combater o mosquito, e que continua sendo recomendada pelo Ministério da Saúde continua sendo:
Para combater o mosquito da dengue é importante evitar a existência de locais ou objetos, como tampas, pneus, vasos ou garrafas, que possam acumular água parada, facilitando o desenvolvimento do mosquito. Por isso é aconselhado:
- Manter a caixa de água fechada com a tampa;
- Limpar as calhas, removendo as folhas, galhos e outros objetos que possam impedir a passagem da água;
- Não deixar acumular água da chuva sobre a laje;
- Lavar semanalmente tanques utilizados para armazenar água com escova e sabão;
- Manter os tonéis e barris de água bem tampados;
- Encher os pratinhos dos vasos com areia;
- Lavar 1 vez por semana os vasos com plantas aquáticas, usando escova e sabão;
- Guardar as garrafas vazias de cabeça para baixo;
- Entregar os pneus velhos no serviço de limpeza urbana ou guardá-los sem água e abrigados da chuva;
- Colocar o lixo em sacos fechados e fechar bem a lixeira.
- Uma outra forma de evitar o desenvolvimento do mosquito da dengue é colocar um larvicida natural em todos os pratos de plantas, misturando 2 colheres de borra de café em 250 ml de água e adicionar ao prato da planta, repetindo este procedimento todas as semanas.
Fonte: Tua Saúde
14 fevereiro 2016
A pandemia do Zika vírus na América
O vírus zika foi descoberto incidentalmente em 1947, num estudo-sentinela com mosquitos e primatas, na floresta do mesmo nome, em Uganda. Permaneceu décadas, confinado às regiões equatoriais da África e da Ásia, infectando macacos e mosquitos arbóreos e poucos seres humanos.
Há anos, pesquisadores africanos notaram que o padrão de disseminação do zika em macacos selvagens, acompanhava o do chikungunya, entre os mesmos animais. Essa característica se repetiu em populações humanas, a partir de 2013.
Dengue, chikungunya e zika são transmitidos principalmente pelo Aedes aegypti, o mesmo das epidemias devastadoras de febre amarela, no passado. Esses mosquitos emergiram em aldeias do norte da África há milênios, em épocas de seca, quando os habitantes precisavam armazenar água. A adaptação ao convívio doméstico possibilitou a transmissão para o homem e, mais tarde, a disseminação para as Américas e Europa pelo tráfico de escravos.
Os sintomas da infecção pelo zika são inaparentes ou semelhantes aos da dengue atenuada: febre baixa, dores musculares e nos olhos, prostração e vermelhidão na pele. Em mais de sessenta anos de observação, não foram descritos casos de febre hemorrágica ou morte.
Não haveria gravidade, não fossem os 73 casos de problemas motores relacionados à síndrome de Guillain-Barré, descritos originalmente na Polinésia Francesa, e a epidemia de microcefalias identificada rapidamente em Pernambuco.
Ainda não há testes laboratoriais rotineiros para a identificação dos casos de zika. Quando circulam ao mesmo tempo infecções por dengue e chikungunya, o diagnóstico diferencial ganha importância, especialmente em grávidas e na identificação precoce dos casos de dengue hemorrágica, responsáveis pelas mortes associadas à doença.
Não existem vacinas contra o zika, embora algumas plataformas possam ser adaptadas em pouco tempo. No entanto, como os casos surgem de forma esporádica e imprevisível, vacinar populações inteiras pode ser proibitivo pelos custos e pela inutilidade de imunizar milhões de pessoas em regiões poupadas pelo vírus.
Além de combater os focos do mosquito transmissor, à população restam os recursos que já demonstraram eficácia: repelentes, telas nas janelas, ar condicionado para os que dispõem do equipamento e adiar a gravidez nas regiões assoladas pelo vírus.
Fonte: drauziovarella.com.br






















